quinta-feira, 3 de maio de 2018

Projeto Oficina Escola do Movimento Cultural Renascer (MCR) entrega certificados aos concluintes, em evento prestigiado por Cida Ramos

A ex-secretária estadual de desenvolvimento humano, Professora Cida Ramos, esteve no Renascer na noite desta sexta-feira (27), prestigiando a entrega de certificados, aos concluintes dos cursos oferecidos pelo Projeto Oficina Escola, desenvolvido no bairro, pelo Movimento Cultural Renascer (MCR).
Na abertura do evento, as crianças concluintes do curso de flauta, sobre o comando do professor Ricardo Rabay, fizeram uma performance emocionante para os presentes.

102 pessoas da comunidade foram envolvidos diretamente. 85 formandos, entre jovens, adultos e crianças, participaram dos 4 cursos disponibilizados.
17 monitores e colaboradores, conduziram o projeto este ano, disponibilizando fardamento, apostilas, lanche e acolhida, totalmente gratuito.
Gustavo Santos e William, foram os coordenadores pedagógicos. Duda Mel, José Luís, Damião Albuquerque e Mariza Lopes, coordenadores de ação do projeto. Márcia Sousa, Maria Alves e Danilo Lopes, no apoio.
Ricardo Rabay, ex-diretor da Escola Abreu e Lima, sócio fundador e ex-presidente do MCR, mestre em arte educação, conduziu o curso de flauta, se declarou emocionado com o resultado e com o que vivenciou.
O professor do curso de Informática, Jonas Marcolino. Músico e também fundador do MCR, técnico em informática.
Estava maravilhado em poder contribuir com aquele momento. Dois filhos de Jonas estavam no curso de flauta.
Um dos melhores artistas do bairro Renascer,  Monteirinho, músico, ator, também sócio fundador, foi o responsável pelo curso de violão.
O curso de artesanato se dividiu  em quatro categorias: tiaras e laços de cabelo, pintura em tecido, artes com retalhos e crochê. Produtos que poderão gerar rendas. Foi monitorado por Dona Leu, Rafaela e Samanta, todas da comunidade.
Damião Albuquerque, presidente da instituição, informou que sempre buscaram parcerias junto ao poder público municipal e estadual para viabilizar o projeto e nunca foram contemplados.
Mariza acrescentou que o projeto até já teria sido aprovado na Lei Padre Alfredo, de incentivos a cultura de Cabedelo. Porém, os recursos nunca foram liberados.
“Até que nossa persistência foi ouvida por um anjo, com visão humana e sensibilidade social definida, e permitiu que jovens, crianças e adultos do Renascer, pudessem desfrutar de um espaço de convivência para partilhar e aprofundar seus saberes”. Disse Mariza bastante emocionada.
Além da Professora Cida Ramos, também prestigiaram o evento, o ex-vereador Beninha e o Radialista, blogueiro e ativista cultural, Aguinaldo Silva, sócio fundador e primeiro presidente do MCR.
Todos ficaram maravilhados. Não somente com os resultados, mas, também, pela possibilidade de inclusão, a partir da formação de nossa gente, pricipalmente, a juventude que precisa ser resgatada dessa ociosidade para gerar rendas.
Da redação com Ascom MCR
Fotos e vídeos:  Aguinaldo Silvia/Acervo do MCR.
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A Lei 1.798/2016 reconhece de utilidade pública o MCR a entidade cultural dos artistas do Renascer

Após serem dispensados, preteridos e alijados dos apoios e das verbas e recursos destinados ao fazer cultural de Cabedelo, para inclusive, montarem a tradicional paixão de cristo que ha 15 anos é realizada naquela comunidade, os artistas do Bairro Renascer, podem orgulhar-se da entidade cultural do Bairro, o Movimento cultural Renascer - MCR.
Atuando na cultura do bairro Renascer desde 2001. Com ações aplaudidas pela Assembléia Legislativa paraibana em 2001, 2003 e 2004, bem como, pela Câmara Municipal de Cabedelo, o MCR informa aos artistas e a classe política dominante de Cabedelo que já dispõe de vasta documentação e espera está habilitada para fazer jus aos recursos destinados a cultura local.
Segundo os representantes da entidade, desde sua fundação, o MCR conseguiu dialogar apenas com o então prefeito Dr. Júnior e recebeu apoio do governo municipal, através da subsecretaria de cultura que tinha a frente o Mestre e Professor Fernando Abaht, de lá pra cá nunca mais teve o respeito do poder público. As alegações eram sempre as mesmas 'falta de documentação para o apoio'.      
Hoje, o movimento além do registro no Conselho Municipal de Assistência Social, também dispõe do Titulo de Reconhecimento de Utilidade Pública, outorgado pela Câmara, através da Lei 1.798 de 15 de dezembro de 2016 e sancionada pelo prefeito Leto Viana. "Espero que os Secretários de Finanças e Fazenda, encontre uma nova justificativa para o não apoio cultural a nossa ONG, pois a falta de documento já não enganam mais nem a eles", disse um filiado ao MCR, indignado.
Texto: Aguinaldo Silva